15 de abr. de 2012

Divagações sobre o viver - questões de vida e morte

Divagações sobre o viver
Reflexões sobre Questões de Vida e Morte

A revolução tecnológica e terapêutica proporcionou a vitória do homem sobre várias doenças, que durante muito tempo foram fatais e possibilitou uma investigação criteriosa sobre os medicamentos, drogas e seus efeitos colaterais. No campo da biologia agregou conhecimentos na área de reprodução, como o domínio da inseminação artificial, fecundação "in vitro", etc, na esfera da hereditariedade o conhecimento intrauterino, doenças hereditárias, previsibilidade das pré-disponíveis, certo domínio da engenharia genética, e o avanço das neurociências.
Nessa semana o STF aprovou a interrupção da gravidez de fetos anencéfalos também chamada de antecipação terapêutica do parto, com isso convido a vocês a refletirem comigo algumas questões que me inquietam no viver.
Procurarei na medida do possível abstrair dessa reflexão minhas convicções religiosas, crenças e valores, embora confesse que acredito impossível, abandonar toda subjetividade. 
Necessário se faz a princípio definir ou  entender quando se dá o inicio da vida.
Em um estudo clássico sobre o aborto, Callahan identificou três posturas em relação ao "status" do feto, ou quando se daria a origem da vida. 
1ª. A genética que defende que a vida inicia com a concepção. 
2ª A desenvolvimentista que divide-se em três posições a primeira, o inicio seria a nidação do ovo na parede do útero, a segunda com o desenvolvimento do córtex cerebral e a terceira posição com a expulsão do feto do útero.  
3ª. Das consequências sociais, o feto seria definido ou no nosso caso a vida seria definida pelo desejo social e moral representados pelas normas daquela sociedade, modelado pelas trocas biológicas e relacionais.
Diante disso acho pouco provável o aprofundamento assertivo das questões acima levantadas se não há um consenso nem quando a vida inicia consequentemente quando ela termina.
Na decisão do Supremo, questiono: Os médicos têm condições de avaliar com precisão se a má formação cerebral grave é uma anencefalia? Uma acrania? Ou merocrania? A interrupção extingue os problemas dessa mãe? Ou cria outros indescritíveis e permanentes?
Se a vida como pensam alguns é determinada pela função do córtex, vindo assim o diagnóstico da morte cerebral, e da ausência de consciência, poderíamos estender essa decisão a várias outras síndromes e más formações cromossômicas ou genéticas, ou não? O que seria uma vida vegetativa? O que determina ou garante um tempo de vida, ou todos não somos marcados para morrer?
Entretanto há um outro lado, o da mãe, ser psicofísico e histórico, produto das relações  ontogênicas que carrega em seu ventre um ser especial, cobrada e inserida em uma sociedade materialista, perfeccionista e preconceituosa, então eu questiono: Essa mãe tem condições físicas, psíquicas, estruturais (financeiras) para suportar a pressão, e principalmente o desconforto emocional dessa gravidez? Tem o apoio da familia? Companheiro?
O cerne da questão não seria o Estado proporcionar apoio psicológico de excelente qualidade, apoio financeiro a essa mãe de forma que ela pudesse se fortalecer e assim ser um sujeito ativo e consciente na tomada da decisão? Exercendo autonomia e para que suas ações sejam livres no  viver e no morrer.
Não seria oportuno a ética sair das academias e ser discutida nas turvas realidades que ora se apresentam? A religião rever dogmas e paradigmas, a ciência se colocar a serviço do individuo, enxergando como ativo nesse processo?
Confesso que não sei, me angustia a falta de certeza e talvez a incapacidade de ter convicções claras e verdadeiras, entretanto aprendi que o não julgar cabe em qualquer situação e que o amar o outro como assim mesmo é o princípio básico para uma vida feliz!
“Os limites de um ser humano só podem ser determinados por ele próprio. A nós cabe apenas a responsabilidade de oferecer oportunidades” frase lida em uma exposição da APAE sem menção do autor.

9 de mar. de 2012

Livre-arbítrio

Hoje eu vou divagar sobre o viver, o tema é controverso, pois mexe com crenças, valores e a fé de algumas pessoas, gosto da dialética, do bom argumento e do contra-argumento, portanto sintam-se convidados para comentarem, divergirem, contestarem ou concordarem.
Há poucos dias, talvez meses, achava que éramos senhores do nosso destino, dono das nossas escolhas e que muitas vezes nos furtávamos de agir com receio das responsabilidades provenientes delas. 
Que maravilha a possibilidade de mudarmos!  De gosto, de cor, de conceitos, de prioridades, de sonhos e também de opinião. Um certo poeta maluco, cantou “prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião  formada sobre tudo”. E assim defino o tema: livre-arbítrio.
Etimologicamente, livre significa o que tem a faculdade de agir ou não agir, o que não está sujeito ao domínio de outrem, já arbítrio é domínio absoluto dependente apenas da vontade.                                 
Não temos esse tal de livre-arbítrio, temos apenas a ilusão da liberdade, vejamos; certos aspectos históricos evolutivos da visão de homem. No período Cosmológico, antropocentrismo, a realidade era materialista metafísica, homem passivo dominado por forças desconhecidas.
No período Clássico, homem com uma natureza dualista, passivo sob influência da alma.Para Sócrates e Platão o homem era refém das experiências de uma vida anterior, já para Aristóteles preso as suas percepções sensoriais, muitas vezes falhas.
No período Medieval, o Teocentrismo, com ele surge a Escolástica e os dois principais filósofos cristãos Santo Agostinho e Tomás de Aquino.
Santo Agostinho, o bispo de Hipona, aliava a razão e a fé, dizia que o mal que praticamos ou a causa deles era pelo uso do livre-arbítrio, já o mal que sofremos era o justo julgamento divino.
Tomás de Aquino acreditava que sem o livre-arbítrio não tinha sentido a existência (conselhos, preceitos, proibições, prêmios, penas, etc)
Entretanto passeando rapidamente  pela Sagrada Escritura, constatamos o contrário;
- Carta aos Romanos:
 “Não faço o bem que quero, mas pratico o mal que não quero”. (7, 15)
“Nem o querer cabe àquele que quer, nem a corrida a àquele que corre”. (9,16)
- Carta aos Filipenses:
                “ É Deus quem opera em nós o querer e o agir”. (2,13)
- Provérbios:
                “ O coração  do rei está na mão de Deus”. (21,1)
 - Jeremias:
                “ Não está no homem o seu caminho, nem cabe ao homem dirigir seus passos” (10,23)
                “Antes que no seio fôsses formado, eu já te conhecia; antes do teu nascimento eu já te havia consagrado e te havia designado profeta das nações» (Jr 1,5).
- João:
                “Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi a vós e vos constituí para que vades e produzais fruto...» (Jo 15,16).
                Continuando depois do período Medieval, considerado o das trevas, pela sujeição da ciência ao jugo da igreja, surge o Renascimento, o Iluminismo, o Humanismo, período antropocêntrico, em voga o cientificismo.
                 Com Jonh Locke a teoria da Tábula Rasa, em oposição ao inatismo de Descartes e ao poder como direito divino. Entretanto esse homem não deixa de ser passivo, agora  refém das suas experiências.
                  Tem uma turma que defende essa causa, a do livre-arbítrio, os existencialistas, para eles a existência precede a essência. Ditam que todos temos o direito de decidir sobre a própria vida e escolher o rumo que considerar mais apropriado. Negam o determinismo, afirmam que "quem nós somos é sempre uma decisão nossa (. . . ) como se a tua vida fosse a tua obra a ser criada".
     Diante do contexto das ciências natrurais, nasceu uma nova ciência na tentativa de conhecer, entender, explicar esse homem, por uma ótica diferente da filosófica, da fisiológica, a Psicologia, com ela surgem os sistemas psicológicos. No Estruturalismo (Wundt),  o paralelismo psicofísico (Fechner) e o homem como ser racional e passivo em relação ao meio, na Psicanálise (Freud) a irracionalidade do homem, passivo em relação aos seus desejos, ao seu inconsciente, no Funcionalismo (W. James) passivo na interação com o meio, . . .  enfim basta de retrospecto histórico.
   Em uma pesquisa realizada em 2008, pelo Centro Bernstein de Neurociência, em Berlim, descobriu que as escolhas de tomadas de decisões por conta própria, não são conscientes, somos reféns do cérebro, dos córtices frontopolar e medial, áreas responsáveis pela tomada de decisões, os cientistas perceberam que cerca de 10 segundos antes, o cérebro antecede a consciência na decisão.
  Ora ser livre ou ter liberdade na minha opinião requer conhecimento de todas as escolhas possíveis e imagináveis, para agir ou não agir, e todos os nossos atos, pensamentos são vinculados ao histórico de vida, as experiências, as crenças, aos valores individualizados por convicções construídas, reforçadas ou não. Arbítrio como domínio absoluto somente na etimologia, somos parciais e subjetivos.
  O que escrevi até agora retrata um homem passivo e a passividade aqui significa a submissão, a subjugação, subserviência ora ao meio, ora a alma (espírito, mente), ora as suas experiências, ora ao inconsciente, aos desejos, ao cérebro  . . . na verdade, ao quê, pouco importa. Temos uma falsa expectativa de liberdade, de discernimento, somos produtos de uma seleção histórica das espécies, em processo contínuo de maturação desde a fecundação, inseridos em um meio cultural onde produzimos as relações e somos escravos delas, em um determinismo social, conduzidos discretamente por opiniões massificadas, momentâneas, temporais, em uma ignorância estimulada. 
Somos ovelhas sem redil e com muitos pastores!

4 de fev. de 2012

Solidão é não ter com quem sonhar!

         Confesso que hoje estou cansado das pessoas virem falar de solidão, com frases feitas, de que não precisamos de ninguém para ser felizes, que não existe a outra banda da laranja, alma gêmea ... que  podemos está com várias pessoas e ainda sim estarmos só,  . . . esse papo caqbeça das pessoas bem "resolvidas".
         Uma coisa não ratifica a outra e nem invalida, palavras soltas, afirmações de efeito.
         Eu e você somos seres biopsicossocial, não há discordância quanto ao orgânico, o biológico. Psico porque para uns  temos uma consciência, para outros alma, espírito, individualidade, somos único. Ah e o social, necessitamos da interação com o outro para crescermos, desenvolver e evoluirmos, e isso é fato!
        Metade? Não somos metade, somos inteiro, então não defendo aqui a existência de um outro lado, que em tese nos completaria, rechaço a outra banda, a tese dos opostos que se completam.
        Alma gêmea? 
        Aristófanes poeta grego convidado por Platão para definir o que é o amor, afirma que o homem era andrógino, tinha duas cabeças, quatro pés, era duplo e completo. E esse homem subiu aos céus para embater-se com os deuses e Zeus após vencer a batalha, cindiu ao meio. Ao retornar dividido, vive a procurar seu complemento. Mito, apenas mito.
       Independente de não sermos metade, de não  existir alma gêmea precisamos do outro sim, é essencial essa interdependência, somos felizes com a dependência recíproca!
       A solidão não é mito, é real, perceptível! Solidão é não ter quem te leve ao aeroporto quando você vai viajar, é não ter ninguém te esperando quando retornar, é imaginar que na verdade não tem para quem você voltar. É chegar em casa e não ter com quem conversar, é adoecer e não ter quem te leve ao hospital, é está encamado sem coragem de ir na cozinha tomar água e não ter com quem contar.
       Solidão é a casa arrumada, é a mesa posta, é a cama vazia! Solidão é não ter com quem sonhar!

1 de fev. de 2012

Valeu!!!! O Nosso Amor Valeu Demais!!!

"Os relacionamentos duram o tempo que têm que durar, ou seja, enquanto permitem que ambos cresçam: às vezes esse tempo é de algumas semanas; outras, de uma vida inteira." citação do livro, Amar de Olhos Abertos de Jorge Bucay e Silvia Salinas
 A nossa vida é composta de ciclos, precisamos deles para o desenvolvimento de qualidades que ainda não temos, reforçar as incipientes ou  abandonar as que foram e que não são mais necessárias na nossa caminhada.
Nos relacionamentos muitas vezes os envolvidos não aceitam e insistem em algo que não tem mais sentido, por orgulho ou por vaidade. Pode ocorrer também a falta de maturidade para admitirem que o agonizante relacionamento, ao invés de propiciar crescimento, enriquecimento, autoconhecimento  . . . é uma fonte de autocomiseração, de autopunição. Não têm o desapego para aceitarem que o outro não é propriedade sua, que não podem ter o que não pode ser anulado. E principalmente não fazem as escolhas, não tomam as decisões, porque não querem assumir as responsabilidades delas decorrentes, assim delegam ao parceiro a atitude que a princípio  deveria ser sua, vivendo a margem da sinceridade, preocupados com as aparências, numa sociedade  preconceituosa e hipócrita.
Nessa jornada existencial nos defrontamos com situações úteis, primordiais para alcançarmos nossos objetivos, repararmos erros, superarmos nossos medos, traumas e alçarmos outros vôos. Nessa dinâmica também cruzamos com  várias pessoas, todas importantes no nosso caminho, construímos ou restabelecemos vínculos adormecidos na cortina do tempo e do véu do esquecimento. Com umas estabelecemos relações de amizade, com outras exercitamos o perdão, algumas a tolerância, a paciência e com poucas (para alguns) relações amorosas ou afetivas.
Nesses relacionamentos amorosos a intensidade se faz necessária, as promessas, o desejo da continuidade são úteis, a vontade de acertar é válida. Entretanto tenhamos a consciência que eles podem durar uma vida ou apenas momentos, “esse tempo é de algumas semanas; outras, de uma vida inteira”. a essência foi captada pelo  o Poeta, no Soneto da Fidelidade, “que seja eterno enquanto dure”
E assim viva seu momento como o único, como  o último. Desfrute ao máximo visando o seu crescimento e o de seu companheiro(a). Muitas vezes nos prendemos aos rótulos que criamos, nos detemos ao que a sociedade vai dizer sobre aquele relacionamento que era para ser eterno, nas juras que fizemos, nos fixamos e nos escravizamos às promessas, que jamais foram levianas, foram verdadeiras quando foram proferidas, ou em outras, satisfazendo o ego de familiares, acorrentados nas convenções sociais, mas a vida é cíclica. “A hora do encontro, é também da despedida” Ao prender-se em um relacionamento fracassado perde-se a oportunidade de crescer, de ter outras experiências que também precisamos. 
O fundamental é ter  coragem, serenidade e atitude, principalmente atitude para perceber que já deu o que tinha de dar, rompa, não se torture, finalize quando sentir que já não te acrescenta, mude, siga outro caminho, retorne, mas não permaneça em algo sem sentido, pois a vida é feita de ciclos, eles iniciam e terminam, outros ciclos existirão.
Caso o ciclo tenha sido interrompido, por um motivo o outro, que benção! A vida te proporcionou outras conquistas, quantas novas alegrias! E se houver necessidade de complementação na aprendizagem, creia-me até mesmo aqueles ciclos que terminaram podem ser reiniciados, muitas vezes os protagonistas serão outros nesse palco, pouco importa, pois “nem tudo que acaba tem final”  e o acaso não existe. Saiba se for para o seu  crescimento o que foi, pode voltar e voltará, o Universo é sábio  “ o que for seu achará um meio de te encontrar”.
Viva intensamente sem se preocupar com o para sempre, tendo o discernimento e a consciência para  entender que o ” para sempre,  sempre  se vai” , ou as vezes se vai, o importante é dizer:  “valeu, o nosso (ou o meu) amor valeu demais”.

29 de jan. de 2012

A Brevidade da Vida

A  consciência da  brevidade da vida não assusta  poucos, e sim uma grande parte de nós, viajantes temporários desse mundo material, meros inquilinos passageiros.
Assusta todos nós, e somente nos  damos conta disso, em momentos que facilitam a reflexão, do que queríamos e não conseguimos realizar, ou talvez de quando perdemos algo ou principalmente, quando perdemos pessoas do nosso convívio, as quais admiramos, nutrimos apreço e amamos.
A não evidência dessa brevidade é escondida pela nossa mediocridade, nos prendemos nas futilidades das coisas e na efemeridade, guiados e cegos pelo nosso orgulho e por nossa vaidade.
E o pior de tudo, não  é se dá conta disso, da brevidade da vida material, e sim, da resistência de mudarmos, sairmos da apatia confortável, pois as mudanças são necessárias e quando nos conscientizamos, elas tornam-se  mais fáceis de serem concretizadas. Quando isso acontecer,  procuraremos viver de forma a nos proporcionar o prazer, a felicidade, a alegria e a paz sempre, e assim refletiremos em todos do nosso meio, pois só podemos dá o que temos em abundância. Só refletimos nosso íntimo.
Fácil? Não! Viver é difícil! Pois perdemos muito tempo com coisas que não edificam, que nos machucam e esquecemos-nos de mudar o rumo, a direção, o pensamento, o prumo, os sonhos, enfim perdemos a finalidade, pois a essência de viver é a felicidade plena, ou pelo menos a busca incansável dela.

Uma análise sobre o Amor no tempo.

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No final do século XX e inicio do século XXI, o sexo livre, as paqueras, os fica, os fica temporários e os eventuais, os rolos, o sexo casual, a explosão das redes sociais, das salas de bate-papo, da falta de compromisso . .  A .geração tribalista, "sou de todo mundo, e todo mundo meu também".
E eu Fernando Marcelo Silva Boavista, produto de todas essas contigências, da filogênia e da ontogênese. Sou um romântico incurável, um tolo apaixonado, a questionar o que é amar e o porquê do sofrer! Perdido entre o idealismo enraizado, talvez já subvertido e a razão despertada, em busca da perfeição inatingível.

Pessoa certa, hora certa

“Não acredito em pessoa errada na hora certa nem em pessoa certa na hora errada. Uma grande história acontece quando ambos estão prontos...” Marla de Queiroz
O primeiro passo da prontidão será a percepção do outro, e ela se dará necessariamente na disposição de olhar além de si mesmo. O olhar preso, egoísta, narcisista poderá refletir duas vertentes, uma é a da armadura, do fechamento, do isolamento e a arma geralmente usada é o subterfúgio, não posso, não devo, não interessa, não vale a pena. A outra a do desprezo, do achar-se superior.
O segundo passo da prontidão será estar disposto a desnudar-se, a mostrar seus medos mais contidos, seus defeitos disfarçados, sua insegurança intolerável. O outro refletirá o que você tem de melhor e de pior. Creia-me, somente na física os opostos se atraem, buscamos sempre, as semelhanças, explícitas ou não, conscientemente ou não. A projeção do que somos, do que queremos ser e do que poderíamos ser é colocada no outro.
E a verdade, é que quase sempre não queremos sair da nossa zona de conforto. As desculpas são várias, hora errada e pessoa certa, pessoa errada e hora certa!

Sonhos

Sonhos são o alimento da alma, entretanto como qualquer nutriente devem está na quantidade certa, pois se não estão, podem trazer incompatibilidades entre si. Não precisamos viver drama sempre, na vida devemos pondera-lo com muita aventura nas nossas conquistas, tratar os nossos dissabores com comédia, os nossos relacionamentos com uma pitada de suspense e o dia a dia com romance sempre. A felicidade plena, tem como necessidade básica o auto conhecimento e esse, dar-nos a certeza, que melhorando a si mesmo a cada dia, melhoramos todos a nossa volta e tudo. Se caminho até você é longo e cansativo alente, encoraje, se vale a pena, quem se dispôs a ir a teu encontro. O arco-íris da chegada é subjetivo, dada a caminhada!