No final do século XX e inicio do século XXI, o sexo livre, as paqueras, os fica, os fica temporários e os eventuais, os rolos, o sexo casual, a explosão das redes sociais, das salas de bate-papo, da falta de compromisso . . A .geração tribalista, "sou de todo mundo, e todo mundo meu também".
E eu Fernando Marcelo Silva Boavista, produto de todas essas contigências, da filogênia e da ontogênese. Sou um romântico incurável, um tolo apaixonado, a questionar o que é amar e o porquê do sofrer! Perdido entre o idealismo enraizado, talvez já subvertido e a razão despertada, em busca da perfeição inatingível.
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